sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Observatório da Cidade vira realidade! Estamos juntos!

Foi muito intensa e objetiva a reunião que lançou a idéia da criação do OBSERVATÓRIO DA CIDADE, estiveram presente os arquitetos Christian Krambeck, Carla Tomaselli e Alfredo Lindner, o Eng. Florestal Julio Refosco, o advogado Nicolau Cardoso Neto, o assistente social Paulo Rodrigues, o industrial Eldon Jung, os ativistas ambientais e cicloviarios Renato Junge e Wilfredo Boos e a criança Nuno Tomaselli Refosco, símbolo da necessidade de agirmos por cidades mais humanas e sustentáveis. A primeira questão foi justamente essa: o que são cidades mais humanas? A compreensão deste significado e a definição de estratégias para a concretização deste objetivo são os primeiros passos do grupo. Foi concenso manter o nome de Observatório da Cidade, que será uma instância coletiva, um grupo técnico multidisciplinar que fará estudos rápidos e oferecerá posições técnicas sobre as questões urbanas diversas; esses posicionamentos e propostas irão conformando um novo projeto para a cidade, algo que estamos carente a muito tempo. Outra questão foi manter o foco, não sobrepor outras iniciativas, instituições e grupos já existentes, cada um tem sua função e sua autonomia; a idéia é criar uma infra-estrutura para canalizar, direcionar, potencializar as energias já existentes e não tentar ficar inventando a roda. De qualquer maneira a definição dos objetivos do grupo e seus princípios fundantes serão discutidos na PRÓXIMA REUNIÃO, na próxima quinta-feira, dia 29, as 19hrs. Todos estão convidados para esse desafio!

2 comentários:

  1. Acredito que para termos cidades mais humanas, se faz necessário antes de qualquer discussão de caráter político-econômico, refletir a cerca da humanização das pessoas. Proponho um questionamento bastante interessante: "Se as coisas foram feitas para serem usadas e as pessoas para serem amadas, por que amamos as coisas e usamos as pessoas?" Bem, deixando minha introspecção de lado, é magnífica a definição do Mário Soares, ex-presidente e ex-ministro de Portugal, para o qual deveria globalizar a solidariedade.Contudo, alguns pontos são fundamentais, penso:

    • primeiro, a vontade dos políticos de mudar;
    • segundo, uma atitude solidária com as pessoas;
    • terceiro, uma visão estratégica, que consiga aliar necessidades e potencialidades.
    • quarto ponto, é saber fazer com que as pessoas se tornem co-responsáveis, fazendo-as entender o porquê de um futuro que se propõe, suas vantagens para as gerações futuras e por fim, fazer desse cenário um projeto, uma vontade coletiva.
    Quem sabe assim teremos cidades que signifiquem muito mais do que montanhas de concreto confundidas com progresso, quase sem árvores, onde se empilham milhões de pessoas tristes, amedrontadas e sem esperança...Deve ser esse o caminho: montar observatórios das cidades, observatórios nas escolas, dinamizar os parques, dar mais vida às praças, divulgar boas coisas na mídia e, principalmente, aproximar mais as pessoas...Parabéns a este blog, for fazer justamente isso, apesar de estar tão distante posso compartilhar de idéias parecidas. Boa sorte!!!

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  2. Acredito que para termos cidades mais humanas, se faz necessário antes de qualquer discussão de caráter político-econômico, refletir a cerca da humanização das pessoas. Proponho um questionamento bastante interessante: "Se as coisas foram feitas para serem usadas e as pessoas para serem amadas, por que amamos as coisas e usamos as pessoas?" Bem, deixando minha introspecção de lado, é magnífica a definição do Mario Soares, ex-presidente e ex-ministro de Portugal, para o qual deveria globalizar a solidariedade.Contudo, alguns pontos são fundamentais, penso:

    • primeiro, a vontade dos políticos de mudar;
    • segundo, uma atitude solidária com as pessoas;
    • terceiro, uma visão estratégica, que consiga aliar necessidades e potencialidades.
    • quarto ponto, é saber fazer com que as pessoas se tornem co-responsáveis, fazendo-as entender o porquê de um futuro que se propõe, suas vantagens para as gerações futuras e por fim, fazer desse cenário um projeto, uma vontade coletiva.
    Quem sabe assim teremos cidades que signifiquem muito mais do que montanhas de concreto confundidas com progresso, quase sem árvores, onde se empilham milhões de pessoas tristes, amedrontadas e sem esperança...Deve ser esse o caminho: montar observatórios das cidades, observatórios nas escolas, dinamizar os parques, dar mais vida às praças, divulgar boas coisas na mídia e, principalmente, aproximar mais as pessoas...Parabéns a este blog, por fazer justamente isso, apesar de estar tão distante posso compartilhar de idéias parecidas. Boa sorte!!!

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